sábado, 17 de maio de 2008

Narrativa na 3º pessoa

A vida na praia

Apesar de Roberto ter nascido no Planalto Central, ele possui uma ligação profunda com o mar. Desde criança, gostava de ir a praia. Contava os dias para a chegada das férias de verão.

Brasília é considerada cidade modelo para se viver. Porém, ele descobriu o que é qualidade de vida quando morou no Rio de Janeiro. Mesmo com tamanha violência, ele se apaixonou pela cidade. Provavelmente por ser uma cidade praiana.

É na praia que ele encontra paz, diversão e felicidade. Roberto ama sentir a brisa do mar, o sol lhe aquecendo, o sal envolvendo seu corpo, o vento em seus cabelos. Diz que é uma sensação inexplicável. O mar lhe trás pensamentos de grandeza. Afinal está próximo de uma imensidão de água, que está sempre em transformação.

Gosta da praia pela variedade de freqüentadores. Todos se tornam iguais. No mar, ninguém pode ostentar nenhum sinal de riqueza. Estão todos seminus, ao sol ou com petiscos nas mãos.

Para ele, afortunado são aqueles que moram á beira-mar, que podem sentir essa paz de espírito todos os dias. Por ironia do destino, Roberto teve que voltar para sua cidade natal. Ele almeja freqüentemente estar na praia. Infelizmente, ele tem acesso poucas vezes ao ano. No futuro pretende, morar em uma cidade praiana.

6 comentários:

allan disse...

gostei muito dessa Narrativa!!!

Stefhani disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
kelly disse...

adorei a narração !

Johnn Snow disse...

mt bom,inclusive usei essa narrativa em um trabalho

Bruno Klisman disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno Klisman disse...

Gostei muito! Contudo, notei um erro bobo no finalzinho do texto, em que houve um emprego da vírgula no lugar errado. Estou certo?